domingo, 25 de abril de 2010

Você Sabe o que é Sustentabilidade Empresarial?

Vivemos hoje sobre o fio da navalha em relação às questões ambientais. Nosso planeta dá sinais claros de que não suporta mais o ritmo de consumo que imprimimos nos dias atuais. A poluição da terra; da água e do ar; chegaram a níveis tão altos que em alguns países certas regiões chegam a ter níveis de poluentes que provocam deformidades e problemas gravíssimos de saúde para os habitantes locais.
Como vivemos numa “bolha de vida” e tudo o que se faz aqui reflete obrigatoriamente em toda parte, a sucessão de ocorrências catastróficas ligadas ao clima e ao meio ambiente, constantemente atacados pelo nosso modo de vida; acabaram forçando a humanidade a repensar sua forma de se relacionar com o planeta. Isso ajudou muito a criar e a fomentar uma consciência planetária de que algo deve mudar.
Da mesma forma, essa massa consumidora, cada vez mais, representa uma pressão constante sobre as empresas e suas práticas de produção e de prestação de serviços. Isso é muito positivo, pois cria nas empresas a necessidade de adaptarem seus procedimentos ou de mudarem sua forma de agir de forma drástica e rápida; sob pena de verem suas vendas (e seus lucros) caírem vertiginosamente de forma perigosa e arriscada. Esse “novo comportamento” acabou recebendo o nome de sustentabilidade empresarial. Desta forma, as empresas acabaram definindo um conjunto de práticas que procuram demonstrar o seu respeito e a sua preocupação com as condições do ambiente e da sociedade em que estão inseridas ou aonde atuam.
Para atribuir-se um controle maior e transformar essa preocupação num ponto de apoio ao marketing dessas empresas, a BOVESPA criou há algum tempo um índice para medir o grau de sustentabilidade empresarial das empresas que têm ações na bolsa: O I.S.E. – Índice de Sustentabilidade Empresarial; que acabou se tornando um importante fator para despertar o interesse de investidores nas ações de empresas que possuem políticas claras de respeito à responsabilidade social de seus empreendimentos, produtos e serviços. As empresas que se interessam em adotar o índice devem responder a um questionário de aproximadamente cento e cinqüenta questões relacionadas ao meio ambiente, atuação social, governança e seu envolvimento com a causa do desenvolvimento sustentável. E já existem trinta e duas empresas vinculadas ao índice cujo escopo e alcance devem aumentar consideravelmente muito em breve.
Infelizmente, devemos reconhecer que a sustentabilidade empresarial ainda não é um tema central em muitas empresas. Principalmente em países como o nosso e nos países ricos, muitas corporações associam a idéia da sustentabilidade empresarial a um aumento nos custos de operação e nos preços de venda; o que provocaria um risco aos seus produtos e a sua penetração no mercado consumidor. No entanto, aos poucos, essa visão vai sendo revertida pela conscientização cada vez maior dos consumidores e a real pressão que esses grupos vêm fazendo sobre o mercado e, conseqüentemente, sobre as empresas.
Cabe a cada um de nós, como consumidores atentos, elevar o nível de pressão sobre essas empresas teimosas e deixar bem claro que; ou elas mudam sua forma de agir e controlam seus procedimentos produtivos e agem de forma mais sustentável, ou seus produtos acabarão sendo deixados de lado e elas perderão o mercado.
Mas, para que a sustentabilidade empresarial seja uma realidade em todo mundo, os consumidores devem se unir e promover uma grande onda de esclarecimento e de cobrança consciente. Devem fazer os empresários entenderem que chegou o fim do “lucro pelo lucro” e que, agora, pensar com responsabilidade e cuidar do mundo que nos cerca é crucial para nossa própria sobrevivência.

Fonte: www.atitudessustentaveis.com.br

terça-feira, 20 de abril de 2010

Como lidar com um chefe difícil?

Você já teve um chefe difícil?

E aquele que vive dizendo: “EU SOU O CHEFE AQUI!”

Tem também o que nunca foi líder e o cargo subiu à cabeça.

Chefes que só enxergam as coisas pelo próprio ponto de vista?

Será que você conhece aquele que nunca aparece, está sempre ocupado demais para te atender, cuida de todas as coisas particulares dentro da empresa, nem sabe o que você faz e de uma hora pra outra encrenca com você?
Te questiona, quer saber por que você faz assim ou assado, e quer mudar tudo. Ele muda, mas no final trocou seis por meia dúzia. Só pra dizer que o jeito dele fazer é que o certo?

E aquele que pensa que é psicólogo. Passa um monte de apresentações em Power Point, para a equipe assistir e depois define o perfil profissional de cada membro em cinco minutos? (demais,né)
Será que não é o RH que deveria fazer isso em conjunto?
Tudo bem a apresentação pode até descontrair, mas definir sua personalidade com essas apresentações, não dá!

Eu já tive todos esses perfis de chefia e confesso, é muito difícil lidar com eles.

Encontrei essa matéria que muito me agradou e divido com vocês.

Especialista ensina como relacionar-se com um chefe complicado

Seja no famoso “happy hour”, na parada para o cafezinho, ou até mesmo pelo telefone, se a empresa tiver aquele “chefe mala”, ele sempre será um dos assuntos preferidos das conversas informais da equipe.

Dentro de uma empresa, o clima de trabalho entre chefia e seus comandados pode ser bem diversificado. Tudo varia da personalidade e característica dos membros da equipe e, principalmente, do perfil do chefe. Em algumas organizações, o ambiente de trabalho é muito prazeroso, em outras, os chefes dificultam tanto que o clima não fica nada agradável.

Por isso, é importante que coordenador e equipe procurem identificar suas diferenças no relacionamento, para que o clima ruim no trabalho não repercuta na produtividade da empresa. Muitos não percebem, mas o bom relacionamento com o chefe envolve muito mais do que realizar bem as tarefas. Aqueles profissionais que não sabem lidar com seu superior, podem perder oportunidades de apresentar ideias e até mesmo de ser promovido.

Bater de frente o tempo todo com o chefe não é a melhor escolha. É importante evitar deslizes, desentendimentos, saber discordar com embasamento e até “engolir alguns sapos”, quando necessário. Dessa forma, e com o tempo, a pessoa aprende a como lidar e neutralizar os excessos dos seus superiores, sempre respeitando a hierarquia e respondendo com competência e profissionalismo os resultados por ele esperados.

Em entrevista ao Portal Administradores.com.br, a psicóloga e especialista em Gestão de Carreira e Coach Vivian Maeker ensina as pessoas a lidarem com os superiores difíceis, além de apresentar dicas para os próprios chefes modificarem esse perfil. Confira.

1) O que fazer para lidar um chefe centralizador ou aqueles que querem controlar tudo?

A melhor forma de lidar com um chefe que é centralizador e controlador é mostrar eficiência, resultados e, consequentemente conquistar sua confiança. É preciso saber também administrar sua ansiedade, dando feedbacks constantes, antes que ele cobre a tarefa.

Ele tem que começar a confiar nas outras pessoas e perceber que delegando tarefas, poderá acompanhar o processo, saber do que acontece e ainda assim, ter mais tempo para gerar negócios.

2) Como falar para seu chefe que as atitudes dele estão deixando a equipe desmotivada?

Antes de falar qualquer coisa, é importante estabelecer um relacionamento que lhe permita esta abertura. De nada adianta falar, se o chefe não estiver receptivo.

Tendo um bom relacionamento, é importante escolher a melhor hora (quando ele não estiver focado em coisas mais importantes) e a melhor forma (dentro da linguagem dele).

Isto significa passar a informação de uma forma que ele valorize este dado para tomar uma atitude diferente. Exemplos de resultados não alcançados e que poderiam ser melhorados podem ajudar a convencê-lo ou entender melhor a situação, do ponto de vista da equipe.

3) Para um chefe difícil, como mudar esse perfil sem perder o apoio dos colaboradores?

Tudo depende do que é um chefe difícil. Existe executivo que é estourado, mas que valoriza a equipe e por isto, tem o apoio dos colaboradores.

O líder precisa entender que o relacionamento com sua equipe é a base para uma boa performance e por isso precisa investir algum tempo nisso. Ele não precisa ter as melhores pessoas em sua equipe, ele precisa saber como identificar e reforçar o melhor em cada colaborador e esta será a grande soma dentro da equipe.

Tendo o vínculo criado, ele precisa manter este canal de comunicação aberto, ainda que ele seja explosivo ou exigente demais. Estas características acabam se tornando sua forma de trabalhar, mas não a essência de sua estratégia com a equipe, por isso as pessoas relevam e continuam trabalhando COM ele, e não PARA ele.

4) Quais os cinco critérios para verificar se eu sou um bom chefe e o que fazer para melhorar?

Acredito que um bom líder deve:

1) Ser acessível;

2) Servir de exemplo;

3) Participar da equipe e não apenas dar diretrizes;

4) Desenvolver constantemente suas habilidades de comunicação e relacionamento;

5) Conhecer as pessoas que fazem parte de sua equipe.


A Psicóloga Vivian Maeker ressalta, ainda, que todo o profissional tem obrigação de fazer cada vez melhor ou diferente, de forma que consiga extrair melhores resultados de sua equipe. “É necessário ler sobre liderança, participar de eventos, trocar idéias e experiências com outros líderes, fazer benchmarking em outras empresas ou mesmo em outras áreas/equipes da própria organização onde trabalha e sempre conhecer ou acompanhar a história e o trabalho de outros líderes, que devem servir de exemplo e inspiração”.

Por Fábio Bandeira de Mello, Administradores.com.br

11 REGRAS DO BEM VIVER DE BILL GATES

1. "A vida não é fácil - acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto!

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles".